Marcio Bittar se reúne com UB e PSDB e caminha para ser candidato a governador do Acre

Marcio Bittar se reúne com UB e PSDB e caminha para ser candidato a governador do Acre

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Os bastidores políticos do Acre estão pegando fogo. A disputa pelo governo poderá contar com mais uma candidatura. O fato acontece após a guerra fria entre Gladson Cameli e Marcio Bittar, o senador que de guerra fria tem formação na extinta União Soviética.

Segundo informações da “mosca azul”, após o fim do Sazon com Cameli, Bittar caminha para ser candidato ao governo do Acre nas eleições deste ano. O senador teria se reunido na quarta-feira (5) com líderes do União Brasil e, mais tarde, com a cúpula do PSDB, em Brasília para manifestar seu interesse no governo.

No encontro de “calças apertadas”, os líderes tucanos, João Doria, pré-candidato ao Planalto e Bruno Araújo, presidente nacional do ninho tucano. O interesse de Bittar em disputar o governo do Acre ganha força com o anúncio de seu afastamento do mandato de senador para Eduardo Velloso assumir o cargo.

O suplente de Bittar, Eduardo Velloso, também participou. Sem divulgar a agenda, Bittar apareceu nas redes sociais com o médico oftalmologista, numa agenda parlamentar com o General Santos Filho, do DNIT, e com o novo Ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

A “mosca azul” -- que às vezes aparece de verdade e amarelo – informa que Bittar avalia se lançar candidato a governador, colocando a ex-esposa Márcia Bittar para o Senado, e compondo com outros partidos que atualmente fazem base do governo de Gladson Cameli. 

Costurando por Brasília, Bittar tenta impedir que localmente os partidos evitem o nome dele e de Marcia para uma composição de chapa. Outra possibilidade que foi ventilada seria em relação ao apoio ao MDB. Bittar apoiaria o a chapa majoritária emedebista e colocaria sua ex-mulher como candidata ao Senado.

O Blog do Ray fez contato com Marcio Bittar. O senador foi econômico nas palavras: “Momento é de muita calma, cautela e paciência. Não quero perder toda uma luta de vinte anos, muito sacrifício, por descuido ou pressa”, respondeu via zap zap.

Questionado sobre as possibilidades de disputar o governo ou apoiar o MDB, o senador silenciou, mesmo com o aplicativo mostrando que ele estava online. Bittar demonstrou publicamente sua insatisfação com Gladson Cameli. A candidatura do senador bolsonarista amadurece e poderá ser viabilizada com apoio da família do presidente.