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Barbearias em Rio Branco estão descumprindo decreto do governo do Acre

Barbearias em Rio Branco estão descumprindo decreto do governo do Acre

O decreto do governo do Acre em vigor há mais de uma semana proíbe barbearias e salões de beleza abertos, porém as regras não estão sendo cumpridas por vários donos de estabelecimentos do ramo.

O Notícias da Hora circulou pelas ruas de Rio Branco e flagrou barbearias abertas. A maioria desses espaços está localizada nos bairros mais distantes da região central de Rio Branco onde os olhos dos serviços de fiscalização do Estado não estão presentes.

Quarentena, distanciamento social e até isolamento, este último caso para quem está infectado pela Covid-19, são medidas necessárias para evitar a disseminação e conter o avanço do vírus, segundo a Organização Mundial de Saúde. Daí a razão da suspensão de atividades em estabelecimentos fechados e aglomerações.

O que pode e o que não pode segundo o decreto do governo do Acre

Devem manter suas atividades a indústria em geral, com atendimento ao público apenas mediante agendamento, as empresas que participem, em qualquer fase, da cadeia produtiva, da distribuição de produtos e da prestação de serviços de primeira necessidade para a população, tais como alimentos, medicamentos, produtos de limpeza e higiene, água, gás, combustíveis; supermercados, mercadinhos e congêneres; as empresas dos seguintes ramos: transporte fluvial em balsas, restaurantes localizados em rodovias, oficinas localizadas em rodovias, agropecuárias, lavanderias, borracharias, call center, chaveiros, bancos e lotéricas, construção civil, hotéis, para os clientes já hospedados ou para novos, desde que no interesse da administração pública, motéis, funerária, telecomunicações e manutenção de redes elétricas e de telefonia e internet.

Ainda de acordo com o decreto devem funcionar com prévio agendamento do cliente e redução do número de funcionários no local, as empresas dos seguintes ramos: óticas, concessionárias de veículos, oficinas mecânicas urbanas e pet shops.

Já as empresas não incluídas no texto do decreto podem funcionar desde que utilizem exclusivamente os serviços de delivery ou atendimento remoto para evitar aglomerações.