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Com participação do Conselho do Consumidor de Energia do Acre, audiência em Brasília debate nova oferta da Tarifa Branca e regras de cobrança

Com participação do Conselho do Consumidor de Energia do Acre, audiência em Brasília debate nova oferta da Tarifa Branca e regras de cobrança

Uma audiência realizada em Brasília na terça-feira, 3, debateu a nova oferta da Tarifa Branca de energia elétrica e a forma como o modelo vem sendo apresentado e praticado em diferentes cidades do país. O encontro reuniu representantes do setor elétrico, órgãos reguladores e entidades de defesa do consumidor.

A Tarifa Branca permite ao consumidor pagar valores diferentes pelo quilowatt-hora (kWh) conforme o horário de consumo. Regulada e homologada desde 2018 para unidades residenciais e comerciais, a modalidade depende do uso de medidor inteligente para que o cliente possa optar pela migração.

O presidente do Conselho do Consumidor de Energia do Estado do Acre, Ivan de Carvalho, acompanhou o debate e destacou que o tema já ganhou espaço na cobertura nacional, especialmente diante das diferenças de aplicação entre as regiões.

“A mídia nacional já vem mostrando como essa tarifa está sendo praticada em várias cidades e isso é importante para dar transparência ao consumidor. Cada local tem sua realidade de preço, de imposto e de perfil de consumo, então a informação correta faz toda a diferença na decisão de migrar ou não”, afirmou.

Pela regra da Tarifa Branca, o valor da energia é mais alto no horário de ponta — normalmente entre 18h e 21h — quando a demanda é maior. Nesse período, o custo do kWh pode chegar ao dobro do valor cobrado fora do pico. Em contrapartida, nos demais horários, a tarifa é reduzida, o que pode gerar economia para quem consegue deslocar o consumo.

Segundo Carvalho, a audiência também abordou a necessidade de comunicação mais clara por parte das concessionárias. “Não basta ter a tarifa disponível. O consumidor precisa entender como funciona, ter acesso ao medidor adequado e receber simulações para saber se vale a pena no caso dele”, ressaltou.

As concessionárias de energia já estão obrigadas a oferecer a modalidade, desde que haja medidor inteligente instalado na unidade consumidora. A orientação dos conselhos de consumidores é que cada usuário analise a fatura, os horários de maior uso e o valor do kWh com impostos no seu estado antes de optar pela mudança.