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Empresa Bestrong se une a projeto que muda a realidade de crianças com autismo através do esporte

Empresa Bestrong se une a projeto que muda a realidade de crianças com autismo através do esporte

O empresário e nutricionista Lucas Fernandes esteve no bairro Calafate para conhecer de perto o projeto social “Faixa na Caveira”, iniciativa que utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social para crianças, incluindo aquelas dentro do espectro autista. O projeto é coordenado pelo professor Michael e tem se destacado pelo impacto positivo na comunidade.

Durante a visita, Lucas destacou a importância da iniciativa e o compromisso em apoiar ações que promovem transformação social. Representando a empresa de suplementação Bestrong, ele ressaltou a relevância de fortalecer projetos que fazem a diferença na vida de famílias inteiras.

“Hoje é uma noite muito especial. Estamos aqui no Calafate acompanhando um projeto social muito bonito de jiu-jitsu, chamado Faixa na Caveira. O Michael é o responsável pelo projeto e nos procurou há alguns dias para que pudéssemos auxiliar nessa iniciativa tão importante”, afirmou Lucas.

Responsável pelo projeto, o professor Michael explicou que atualmente cerca de 80 crianças são atendidas, sendo uma parte delas dentro do espectro autista. Segundo ele, o principal objetivo é promover inclusão e oferecer novas perspectivas para os participantes.

“Nosso objetivo é servir à comunidade, tirar essas crianças de situações de vulnerabilidade e ajudá-las no desenvolvimento, principalmente na parte do relacionamento social”, destacou.

Os relatos das famílias evidenciam a transformação proporcionada pelo projeto. Um dos pais contou que o jiu-jitsu passou a ser uma válvula de escape e um momento de equilíbrio emocional para o filho.

“Meu filho começou a participar do projeto e a mudança foi muito grande. Essas duas horas focado apenas no treino fazem muito bem pra ele, é um descanso mental”, relatou.

Outro depoimento emocionou ao destacar a evolução de uma criança com autismo grau 2.

“Durante muito tempo ele não deixava ninguém tocar nele. Depois que entrou no projeto, começou a interagir mais, brincar, se desenvolver. Pra gente, isso é uma vitória enorme. Sou muito grato por esse trabalho”, afirmou.

A iniciativa mostra como o esporte pode ir além da prática física, atuando como ferramenta de inclusão, disciplina e desenvolvimento humano. Projetos como o “Faixa na Caveira” reforçam o papel social do esporte e a importância do apoio da iniciativa privada para ampliar seu alcance.