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Sindmed-AC propõe reunião com reitoria da Ufac para resolução de falhas graves apontadas por professores do curso de Medicina

Sindmed-AC propõe reunião com reitoria da Ufac para resolução de falhas graves apontadas por professores do curso de Medicina

O presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulici, proporá reunião com a reitoria da Universidade Federal do Acre (Ufac) para pedir que a instituição analise as recomendações dos professores do curso de Medicina. A demanda faz parte de uma carta em que os docentes apresentam uma série de preocupações relacionadas à queda na qualidade do ensino.

Para o sindicalista, o alerta deve preocupar a todos, pois a qualidade precária de ensino compromete a formação do futuro profissional, colocando em risco a qualidade do serviço de saúde.

“Os professores de Medicina da Ufac apresentaram as preocupações em uma carta, demonstrando que existe a necessidade de rediscutir a atual situação, impondo medidas capazes de garantir melhorias que possam elevar inclusive a própria nota do Enade”, defendeu Guilherme Pulici.

A preocupação principal dos professores é a falta de aula prática aos universitários e o risco para a inclusão de uma turma ainda maior para a realização das atividades práticas, causando transtornos no atendimento médico e o possível constrangimento ao paciente. Na relação de problemas está a quantidade insuficiente de médicos-preceptores (professores), a piora na qualidade da atual estrutura de saúde e a quantidade limitada de espaços apropriados para o aprendizado, como as enfermarias, ambulatórios, postos de saúde e unidades de emergência, sendo que parte das unidades passaram a atender exclusivamente os casos de coronavírus, impedindo a aprendizagem sobre outros casos, além do aumento da quantidade de vagas do curso de Medicina e a abertura de mais um curso sem a disponibilidade de novas unidades de saúde e de professores para o ensino.

“O relato é preocupante e merece atenção de toda a comunidade, porque os reflexos virão no futuro, prejudicando os atuais alunos e os pacientes”, finalizou o representante do Sindmed-AC.