A rodovia que dá acesso a municípios de fronteira, como Epitaciolândia e Brasiléia, a BR-317, tem se tornado uma “armadilha” para motoristas que enfrentam condições precárias de conservação, especialmente durante o inverno amazônico, período de intensas chuvas. Com trechos repletos de buracos e crateras, a estrada apresenta sérios riscos de acidentes fatais, o que vem gerando um crescente clamor de motoristas por ações urgentes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e políticos.
De acordo com condutores e moradores da região, quase metade do percurso está em condições precárias. Um dos pontos mais críticos, registrados pela equipe do site oaltoacre.com, é a curva do “Alemão”, localizada a poucos quilômetros do entroncamento de Plácido de Castro, no sentido do município de Capixaba. No local, crateras profundas já tomaram metade da pista; o risco de colisões é iminente.
A falta de reparos permanentes é outro problema grave. Uma empresa contratada pelo DNIT realiza serviços paliativos de tapamento de buracos, mas os reparos são temporários e não resolvem as condições estruturais da estrada. Trechos, como o que se encontra logo após a Fazenda Três Meninas, continuam oferecendo perigo, enquanto outras áreas críticas, como um buraco de grandes proporções logo após uma subida, seguem sem qualquer intervenção, deixando a situação ainda mais perigosa para motoristas.