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POLÍCIA

MPAC revela que trabalhou com a hipótese inicial de que atentado ao São José havia sido praticado por facção criminosa

MPAC revela que trabalhou com a hipótese inicial de que atentado ao São José havia sido praticado por facção criminosa

O procurador-geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Oswaldo D’Albuquerque, informou que promotores da 3ª e 4ª Promotorias de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, além da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, comandada pelo promotor Rodrigo Curti, acompanham as investigações do ataque ao Instituto São José, em Rio Branco, ocorrido ontem, dia 5.

Albuquerque disse ainda que determinou que o Núcleo de Apoio Técnico (NAT) que auxiliem os promotores e os investigadores da Polícia Civil, no caso.

“Reafirmamos o compromisso do MPAC com a rigorosa e completa apuração de todos os fatos e circunstâncias que envolvem esse lamentável e criminoso episódio, bem como com a segurança e paz social”, enfatiza o procurador-geral.

Ele explicou, ainda, que “assim que tomou conhecimento dos fatos, diante da informação de que poderia se tratar de um ataque praticado por facção criminosa, o MPAC determinou a imediata atuação do Gaeco”, que tem à frente o promotor Antônio Alceste Callil. Ele acompanhou os primeiros levantamentos sobre a tragédia.

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