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POLÍTICA

Bocalom descarta problema em divisão e projeta união na reta final da eleição deste ano: "Na política tem muitos grupos"

Bocalom descarta problema em divisão e projeta união na reta final da eleição deste ano: "Na política tem muitos grupos"

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou na tarde desta terça-feira, 3, que considera natural a movimentação de diferentes grupos políticos diante da disputa pelo Governo do Acre.

Durante coletiva à imprensa, em que anunciou que não irá disputar o governo pelo PL, Bocalom avaliou o cenário político estadual e destacou que, com a ausência de um adversário forte da esquerda, é esperado que nomes do centro e da direita se coloquem na disputa.

“O grupo do centro e da direita, que tem os melhores nomes, se coloca. É a coisa mais natural do mundo. Pode ter mais um ou dois candidatos de centro”, disse o chefe do Executivo.

O prefeito também comentou a possibilidade de múltiplas candidaturas dentro do mesmo campo ideológico e mencionou o nome de Flávio Bolsonaro ao fazer uma comparação com o cenário nacional.

“Não acredito que o Flávio vai conseguir agregar todo mundo. É possível ter mais um ou dois candidatos também de centro. Aí tem o segundo turno, e no segundo turno, não tenho dúvida nenhuma, todos se juntam”, afirmou.

Bocalom reforçou que, na sua avaliação, a fragmentação inicial não representa problema. “Aqui, como a gente não tem mais a esquerda para bater de frente, cada grupo toma sua posição. Na política tem muitos grupos. Eu acho que é natural essas candidaturas. Para mim, não tem nenhum problema”, concluiu.