O estado do Acre aparece numa triste realidade em 2026. Apesar de ter sido ‘varrido’ várias vezes por enchentes, no inverno amazônico, e seca extrema no verão, nenhum parlamentar federal do Acre indicou emendas individuais na Lei Orçamentária Anual para este ano. É o que revela um estudo elaborado pelo Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos).
Além do Acre, aparece nessa condição os estados do Pará, Maranhão, Roraima, Amapá, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.
A bancada federal do Amazonas destinou menos de R$ 1 milhão para o clima e meio ambiente. Além dela, as bancadas do Piauí e Paraíba seguiram a mesma linha.
Já as bancadas de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais destinaram mais de R$ 5 milhões, cada.
São Paulo destinou sozinho mais de R$ 50 milhões para ambiente e clima.
Deputados e senadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco e Ceará destinaram mais de R$ 1 milhão para as áreas citadas.
Rio de Janeiro e Paraná, mais de R$ 10 milhões, cada.
