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POLÍTICA

Edvaldo chama ato de Gladson de “covardia” com a Educação e Afonso rebate: “covardia é não entender isso”

Edvaldo chama ato de Gladson de “covardia” com a Educação e Afonso rebate: “covardia é não entender isso”

A sessão ordinária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (1) foi marcada pelo embate entre os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Afonso Fernandes (SD). O assunto era recomposição da tabela do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR) da Educação. Edvaldo defendeu a recomposição dos 10% retirados pelo governador Gladson Cameli (PP), em abril de 2022. O parlamentar disse que foi um ato “covarde” de Cameli. Afonso rebateu.

“O governador cometeu a covardia de tirar a progressão da tabela. Tirou num momento em que tinha dinheiro para manter. Não era necessário tomar aquela medida. Não existia excepcionalidade. Tinha recursos. É necessário a restituição desta conquista. Eu vou assistir um acampamento de trabalhadores e ouvir eles dizerem: vocês vão votar hoje? Se votar a gente vai embora”, frisou Edvaldo.

Afonso respondeu. Disse que Gladson Cameli passou dois anos cuidando de gente, durante a pandemia da covid-19. “O que se não pode cometer é a covardia com um governo que passou dois anos cuidando de vidas, que ele possa resolver todos os problemas do estado. O que estou pedindo aqui é coerência. Covardia é chamar o governador de mentiroso. Estou defendendo aqui o governo Gladson. É um problema que se arrasta há muitos e muitos anos. Covardia é não considerar o que esse governo tem feito. Covardia é não entender isso. Vamos convocar uma audiência pública para ser exposto o problema”.

Edvaldo rebateu: “quem criou o problema foi o governador Gladson Cameli, há três anos atrás. O problema foi que ele criou um problema. Esse problema da carreira estava resolvido há mais de 20 anos. O senhor entende a indignação da turma que está ali?”, questionou Edvaldo Magalhães.