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POLÍTICA

Mais de 38 mil pessoas saíram da linha da pobreza no Acre em 2025, afirma presidência da República

Mais de 38 mil pessoas saíram da linha da pobreza no Acre em 2025, afirma presidência da República

Dados divulgados na última segunda-feira (29/12) pela Secretaria de Comunicação Social, da Presidência da República, mostram que 38,6 mil acreanos deixaram a situação de pobreza. Isso só foi possível graças à geração de 17 mil empregos formais, iniciada em 2023.

As informações confirmam o que foi publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam que 30,1% dos moradores do estado vivem com renda familiar per capita de R$ 704. Dentro desse grupo, 6% sobrevivem com R$ 353 mensais e 7% dispõem de apenas R$ 218.

Apesar do cenário desafiador, o estudo aponta redução da pobreza e da extrema pobreza em relação ao ano anterior. Em 2023, 13,1% dos acreanos estavam na faixa de renda de R$ 218, proporção que caiu para 7% em 2024. Entre os considerados pobres — renda per capita de R$ 353 — o índice recuou de 24,1% para 16%.

No panorama nacional, o levantamento evidencia que a desigualdade permanece elevada. Em 2022, os 20% mais ricos do país ganhavam, em média, 11 vezes mais que os 20% mais pobres. Quando comparado a países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ocupa a segunda posição em desigualdade de renda, atrás apenas da Costa Rica.

A OCDE também analisou a proporção de trabalhadores pobres — pessoas que, mesmo empregadas, vivem em domicílios abaixo da linha de pobreza. Nesse indicador, o Brasil lidera o ranking, com 16,7%, superando nações como México, Chile, Estados Unidos e Japão.