Candidatos aprovados no concurso do Idaf (Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal), realizado em 2020, denunciam que a autarquia vai contratar dois técnicos agropecuários, por convênio, apesar de existir concurso público vigente para cadastro de reserva.
Eles afirmam que um memorando interno, expedido via SEI, solicita dois técnicos agropecuários, via FUNDEPEC, para Sena Madureira, mesmo o edital de prorrogação mantendo o concurso válido e governador Gladson Camelí afirmando que os aprovados serão chamados até fevereiro.
No texto, a unidade relata colapso operacional iminente, atribuído à evasão de servidores e ao aumento de demandas de vigilância sanitária, e descreve um quadro reduzido de pessoal para atender o município, destacando a relevância do rebanho local e o risco de passivos de fiscalização.
A situação ganha repercussão porque o concurso do Idaf teve seu resultado final homologado em 2020, com previsão de validade de dois anos, prorrogável. Mais recentemente, o concurso foi prorrogado por mais dois anos, a contar de 30/03/2024, mantendo-o vigente até o final de março de 2026.
Enquanto isso, aprovados defendem que a recomposição de equipes seja feita com transparência e com respeito à ordem constitucional do concurso, sobretudo quando o próprio governo reconhece a necessidade de reforço no Idaf e anuncia convocação em declarações públicas.
