O prefeito de Rio Branco, em exercício, Alysson Bestene disse que ainda acredita num entendimento entre a vice-governadora Mailza Assis e o prefeito Tião Bocalom para a disputa das eleições de outubro, embora ela esteja com a chapa praticamente definida, com a entrada do PL, de Marcio Bittar, e o MDB, de Vagner Sales.
“É possível. Agora são momentos que cada um vai se definir no seu partido. É natural que as siglas busquem se fortalecer com nomes para disputar chapas de federal, estadual, até mesmo nomes que possam compor como vice, suplentes ao Senado. E, a partir daí que se começa as alianças”, disse Bestene.
Em outro momento da fala dele, o gestor, que também é secretário Municipal de Educação, destacou que a aliança feita pelo Progressistas com o PL e o MDB ainda é prematura. Para ele, até às convenções e os registros das candidaturas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC), muita coisa pode mudar.
“Eu enxergo com naturalidade. Eu entendo que dentro de alianças políticas, você pode também ter equívocos que você só vai ter de fato concretizado isso quando elas se fecham de verdade. Hoje, agora, são diálogos, são conversas. A gente vai ver, de fato e de direito, essas chapas homologadas até o dia 5 de agosto, quando você homologa no Tribunal Regional Eleitoral. Muita coisa pode acontecer até lá”, disparou Alysson, como se fosse uma profecia.
Luciano Tavares, apresentador do Papo Informal, insistiu. Questionou Alysson em que parte da chapa de Mailza, Bocalom seria contemplado, Bestene respondeu: “acho que numa boa política, o diálogo constante há. E dentro do diálogo, você tem composições que não significa dizer que envolva só candidaturas do ponto de vista majoritária. As coisas só acontecem quando se esgotam todos os prazos eleitorais”.
