O estado do Acre foi classificado como de alto risco para a introdução da mosca-da-carambola. O inseto é considerado uma ameaça de difícil controle à fruticultura. Além do Acre, estão nessa condição os estados de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão.
Já os estados do Piauí, Goiás e o Distrito Federal foram classificados de médio risco para a incidência da praga.
Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul foram considerados de baixo risco pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
Uma portaria assinada hoje (27) pelo ministro Carlos Goulart coloca o estado do Amazonas em quarentena, em específico os municípios de Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manacapuru, Manaus, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Silves.
A principal forma de disseminação a longas distâncias está associada ao trânsito de frutos infestados, que podem conter ovos ou larvas em desenvolvimento. O transporte desses frutos por comércio ou em bagagens favorece a introdução da praga em novas regiões. Embora a mosca-da-carambola também apresente dispersão natural pelo voo dos adultos, esse deslocamento ocorre em distâncias curtas e contribui apenas para a expansão local da população. Assim, a movimentação de frutos infestados é considerada o principal fator responsável pela disseminação da praga para novas áreas.





