O Ministério Público Federal (MPF) fez um aditamento ao termo de ajustamento de conduta feito com a empresa Fox Lumber do Acre Importação e Exportação Ltda.
O caso aconteceu em outubro de 2025 quando a referida madeireira obstruiu o leito do Rio Iaco, próximo ao Seringal Santa Clara, em Sena Madureira, construindo um verdadeiro aterro com barro e toras.
No TAC assinado, a Fox Lumber assume adotar medidas de reparação e compensação dos danos ambientais causados ao leito e a faixa de Área de Preservação Permanente, em razão do aterramento e obstrução do curso do rio por meio da construção de uma ponte ligando uma margem à outra, sem autorização da autoridade competente.
A vigência do TAC será definida por meio de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) a ser firmado pela empresa com o Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC).
O documento é assinado pelo procurador da República Luidgi Merlo Paiva dos Santos.





