Meu nome está à disposição”, diz Bruno; Aiache defende Mesa “alinhada” e Elzinha quer mulher na presidência da Câmara
A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Rio Branco começa a ganhar novos contornos com três nomes do Progressistas (PP) no centro das articulações. Enquanto Bruno Moraes reafirma sua intenção de concorrer ao cargo, José Augusto Aiache defende que todos os vereadores têm capacidade para assumir a função, e Elzinha Mendonça destaca a importância da presença feminina no comando do Legislativo. A eleição da Mesa Diretora está prevista para dezembro, com posse do novo presidente em janeiro, e deverá envolver negociações internas e diálogo com o prefeito Alysson Bestene.
O que inicialmente parecia uma articulação concentrada em torno de Bruno Moraes, que lançou seu nome no início do ano e trabalhou na formação de um grupo de apoio, ganhou novos contornos com a movimentação de Aiache e a manifestação de interesse de Elzinha. Os três pertencem ao PP, partido que também reúne o prefeito Alysson e a governadora Mailza Assis.
Embora os vereadores evitem antecipar uma definição antes do encerramento do calendário eleitoral, as declarações revelam diferentes estratégias para a composição da futura Mesa Diretora. A disputa envolve o peso político do partido, a formação de alianças e a relação que o Legislativo deverá manter com o Executivo municipal.
Bruno Moraes destaca que o Progressistas, por possuir a maior bancada da Câmara, tem condições de protagonizar a escolha do próximo presidente. O vereador afirma que sua candidatura tem como objetivo fortalecer a instituição e recuperar o protagonismo dos parlamentares.
“Nosso nome está à disposição”, declarou Bruno, ao defender o fortalecimento da Câmara e a valorização dos vereadores.
O parlamentar reconhece a importância do diálogo com o prefeito Alysson Bestene, mas ressalta que a relação entre os poderes precisa preservar a autonomia do Legislativo. Segundo ele, deve haver harmonia, sem que a participação do Executivo se transforme em interferência nas decisões da Casa.
“A intervenção não é saudável”, afirmou, ao defender uma relação institucional equilibrada entre a prefeitura e a Câmara.
Bruno também revelou que mantém conversas com vereadores insatisfeitos com a atual condução do Legislativo. A articulação indica que a disputa poderá envolver não apenas a escolha do presidente, mas também discussões sobre a autonomia política e o funcionamento da instituição.
Aiache, que exerce a função de líder do prefeito na Câmara, afirmou que ainda não houve uma conversa definitiva com Alysson Bestene sobre a sucessão. Segundo ele, as articulações deverão avançar depois do segundo turno das eleições.
“Depois do segundo turno, a gente vai sentar para dialogar sobre isso”, declarou.
Aiache reconheceu sua proximidade política com o prefeito e defendeu que a futura Mesa Diretora mantenha uma relação de diálogo com o Executivo, sem abrir mão da independência institucional.
“É muito importante ter uma Mesa Diretora alinhada, não submissa”, afirmou, diferenciando cooperação política de subordinação.
Ao comentar a possibilidade de outros parlamentares disputarem a presidência, o vereador ressaltou que todos os integrantes da Casa têm legitimidade para apresentar seus nomes.
“Os 21 estão à disposição, os 21 têm capacidade para isso”, disse, indicando que a definição dependerá das conversas e dos acordos entre os vereadores.
Elzinha Mendonça também confirmou que considera legítima a possibilidade de disputar a presidência, mas ressaltou que o debate deverá ganhar força após o segundo turno. Neste momento, segundo ela, a prioridade está no processo eleitoral em andamento.
“É legítimo cada um dos 21 vereadores colocar esse nome à disposição”, afirmou.
A vereadora considera natural que o Progressistas participe diretamente da escolha, por ser o partido do prefeito e da governadora. Para ela, a construção de um consenso dependerá de diálogo com os demais parlamentares e lideranças políticas.
“Isso vai exigir muita discussão, muito diálogo para a gente entrar num consenso”, declarou.
Além da disputa partidária, Elzinha pretende colocar em evidência a representatividade feminina na direção do Legislativo. Para ela, a possibilidade de uma mulher assumir a presidência representa uma oportunidade de ampliar a participação feminina nos espaços de decisão.
“É um momento propício para a Câmara Municipal ter uma mulher como presidente”, defendeu.
A parlamentar também ressaltou a importância de uma Mesa Diretora que contemple mulheres e dê visibilidade às pautas relacionadas ao público feminino. Na avaliação dela, ampliar a presença feminina nos espaços de decisão pode contribuir para fortalecer essas discussões.
A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Rio Branco começa a ganhar novos contornos com três nomes do Progressistas (PP) no centro das articulações. Enquanto Bruno Moraes reafirma sua intenção de concorrer ao cargo, José Augusto Aiache defende que todos os vereadores têm capacidade para assumir a função, e Elzinha Mendonça destaca a importância da presença feminina no comando do Legislativo. A eleição da Mesa Diretora está prevista para dezembro, com posse do novo presidente em janeiro, e deverá envolver negociações internas e diálogo com o prefeito Alysson Bestene.
O que inicialmente parecia uma articulação concentrada em torno de Bruno Moraes, que lançou seu nome no início do ano e trabalhou na formação de um grupo de apoio, ganhou novos contornos com a movimentação de Aiache e a manifestação de interesse de Elzinha. Os três pertencem ao PP, partido que também reúne o prefeito Alysson e a governadora Mailza Assis.
Embora os vereadores evitem antecipar uma definição antes do encerramento do calendário eleitoral, as declarações revelam diferentes estratégias para a composição da futura Mesa Diretora. A disputa envolve o peso político do partido, a formação de alianças e a relação que o Legislativo deverá manter com o Executivo municipal.
Bruno Moraes destaca que o Progressistas, por possuir a maior bancada da Câmara, tem condições de protagonizar a escolha do próximo presidente. O vereador afirma que sua candidatura tem como objetivo fortalecer a instituição e recuperar o protagonismo dos parlamentares.
“Nosso nome está à disposição”, declarou Bruno, ao defender o fortalecimento da Câmara e a valorização dos vereadores.
O parlamentar reconhece a importância do diálogo com o prefeito Alysson Bestene, mas ressalta que a relação entre os poderes precisa preservar a autonomia do Legislativo. Segundo ele, deve haver harmonia, sem que a participação do Executivo se transforme em interferência nas decisões da Casa.
“A intervenção não é saudável”, afirmou, ao defender uma relação institucional equilibrada entre a prefeitura e a Câmara.
Bruno também revelou que mantém conversas com vereadores insatisfeitos com a atual condução do Legislativo. A articulação indica que a disputa poderá envolver não apenas a escolha do presidente, mas também discussões sobre a autonomia política e o funcionamento da instituição.
Aiache, que exerce a função de líder do prefeito na Câmara, afirmou que ainda não houve uma conversa definitiva com Alysson Bestene sobre a sucessão. Segundo ele, as articulações deverão avançar depois do segundo turno das eleições.
“Depois do segundo turno, a gente vai sentar para dialogar sobre isso”, declarou.
Aiache reconheceu sua proximidade política com o prefeito e defendeu que a futura Mesa Diretora mantenha uma relação de diálogo com o Executivo, sem abrir mão da independência institucional.
“É muito importante ter uma Mesa Diretora alinhada, não submissa”, afirmou, diferenciando cooperação política de subordinação.
Ao comentar a possibilidade de outros parlamentares disputarem a presidência, o vereador ressaltou que todos os integrantes da Casa têm legitimidade para apresentar seus nomes.
“Os 21 estão à disposição, os 21 têm capacidade para isso”, disse, indicando que a definição dependerá das conversas e dos acordos entre os vereadores.
Elzinha Mendonça também confirmou que considera legítima a possibilidade de disputar a presidência, mas ressaltou que o debate deverá ganhar força após o segundo turno. Neste momento, segundo ela, a prioridade está no processo eleitoral em andamento.
“É legítimo cada um dos 21 vereadores colocar esse nome à disposição”, afirmou.
A vereadora considera natural que o Progressistas participe diretamente da escolha, por ser o partido do prefeito e da governadora. Para ela, a construção de um consenso dependerá de diálogo com os demais parlamentares e lideranças políticas.
“Isso vai exigir muita discussão, muito diálogo para a gente entrar num consenso”, declarou.
Além da disputa partidária, Elzinha pretende colocar em evidência a representatividade feminina na direção do Legislativo. Para ela, a possibilidade de uma mulher assumir a presidência representa uma oportunidade de ampliar a participação feminina nos espaços de decisão.
“É um momento propício para a Câmara Municipal ter uma mulher como presidente”, defendeu.
A parlamentar também ressaltou a importância de uma Mesa Diretora que contemple mulheres e dê visibilidade às pautas relacionadas ao público feminino. Na avaliação dela, ampliar a presença feminina nos espaços de decisão pode contribuir para fortalecer essas discussões.





