Rio Branco, AC, 25 de outubro de 2026 10:24
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“Meu voto é dela”: Tião Bocalom declara apoio a Mailza e cobra fim da pobreza no Acre

“Meu voto é dela.” Foi assim que o ex-prefeito de Rio Branco e ex-candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) confirmou, neste domingo, 25 seu apoio a Mailza Assis (Progressistas) no segundo turno das eleições. Após votar na Escola Serafim da Silva Salgado, na capital, Bocalom defendeu que a futura gestão priorize a geração de empregos, o incentivo à produção e o combate à pobreza no estado.

Após registrar o voto, Bocalom afirma que espera que Mailza, caso eleita, priorize o desenvolvimento econômico, amplie as oportunidades de emprego e crie condições para que a população acreana possa trabalhar e prosperar.

“Espero que ela, ganhando o governo, possa fazer um belo trabalho, onde possa deixar o nosso povo acreano trabalhar e prosperar”, declara.

Ao falar com a imprensa, o ex-prefeito destaca o contraste entre as riquezas naturais do Acre e as dificuldades econômicas enfrentadas pela população. Na avaliação dele, o estado precisa transformar seu potencial produtivo em oportunidades concretas para os trabalhadores.

“Para que a gente possa sair dessa situação de um estado mais pobre desse país, com tanta riqueza que nós temos em cima da nossa terra e com um povo tão trabalhador”, afirma.

Bocalom também lembra que a proposta de estimular a produção e gerar empregos fazia parte de seu plano de governo durante a campanha eleitoral. O ex-candidato não avança para o segundo turno e agora manifesta apoio a Mailza na disputa contra Alan Rick (Republicanos).

“Infelizmente, não deu certo. Ela chegou para o segundo turno e nós desejamos a ela boa sorte”, diz.

Ao reforçar suas expectativas para uma eventual gestão de Mailza, Bocalom defende que o incentivo à produção seja acompanhado pela correta aplicação dos recursos públicos. Para ele, o desenvolvimento econômico precisa se traduzir em empregos e melhores condições de vida para os acreanos.

“Que ela, ganhando o governo, possa realizar este sonho de produzir para empregar e não roubar o dinheiro dela”, conclui.