Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostram um aumento de 9,4% no abate de bovinos nos primeiros três meses de 2026, em relação ao mesmo período de 2025. Em janeiro, fevereiro e março deste ano foram abatidas 167.465 mil reses. Em contrapartida, no ano passado, o trimestre fechou em 153.089 mil cabeças.
As informações fazem parte da pesquisa ‘Estatística da Produção Pecuária – Janeiro – Março – 2026’, publicada esta semana.
No ranking de abate de bovinos no Brasil, o estado do Acre aparece entre os 15 estados, na 13ª posição.
Em termos de Brasil, o abate de cerca de 326,28 mil cabeças de bovinos a mais no 1º trimestre de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionado por aumentos em 21 das 27 Unidades da Federação (UFs). Entre aquelas com participação acima de 1,0%, as variações positivas mais significativas ocorreram em: Mato Grosso (+135,11 mil cabeças), São Paulo (+128,20 mil cabeças), Pará (+36,34 mil cabeças), Rio Grande do Sul (+20,03 mil cabeças) e Bahia (+16,35 mil cabeças). Em contrapartida, as principais quedas ocorreram em: Goiás (- 68,61 mil cabeças) e Mato Grosso do Sul (-32,64 mil cabeças).
No ranking das unidades da federação, Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 17,5% da participação nacional, seguido por São Paulo (11,6%), Goiás (9,2%) e Pará (9,1%).





