De acordo com dados do Monitor de Secas, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, 67% do território acreano já sofria as consequências da estiagem em maio. A seca deve se agravar em julho, agosto e setembro quando o estado registra os períodos mais secos do ano.
Para se ter uma ideia da dimensão disso, no mês passado, a área afetada era de 101.787 quilômetros quadrados.
O percentual verificado em maio é o maior no Acre desde os 88% observados em novembro de 2025.
De acordo com a última atualização do Monitor de Secas, entre abril e maio, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em nove unidades da Federação: Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
No sentido oposto, a seca se intensificou no mês passado em cinco estados: Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins. Em nove estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Pernambuco e Sergipe. No último mês a seca voltou a ser verificada no Acre e em Mato Grosso, enquanto o Amapá e Roraima ficaram livres do fenômeno.





