No período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial, o Partido Nazista, matou “aliados traidores” e adversários sem nenhum tipo de julgamento para garantir o poder a Adolf Hitler. Esse evento ficou conhecido como a Noite das Facas Longas. Quase 100 anos depois parece que esse acontecimento continua a inspirar muitos políticos durante o período eleitoral.
Tenho visto candidatos que inicialmente apoiavam os principais candidatos ao governo e ao Senado mudando de lado conforme as próprias conveniências. Lealdade e ideologia nenhuma. O quê importa é conseguir “alguma coisa” a mais pras próprias campanhas. E nos dois dias que antecedem a eleição a “traíragem” vai crescer ainda mais.
Nesse caso a intenção de muitos candidatos proporcionais a deputado estadual e federal é para “esquemas” mesmo. Quanto mais dinheiro mais fácil “seduzir” eleitores na boca da urna. E ainda que haja fiscalização parte do TRE e da Polícia Federal é muito difícil conter os valores que rolam através das famosas “listas” e outros subterfúgios para tentar “comprar” a consciência dos eleitores.
Também existem alguns parlamentares que se beneficiaram por anos com cargos na estrutura do governo de repente mudarem de lado por acreditarem que “esse” ou “aquele” candidato têm mais chance de vencer. Numa clara tentativa de manter privilégios dando uma sonora “banana” para as necessidades da população.
Agora já vi muita gente ganhando eleições e depois perdendo mandato por “abuso do poder econômico”. Não sou profeta mas a possibilidade disso acontecer no Acre é enorme. Vamos conferir isso em poucos meses porque todos sabemos da lentidão da Justiça no Brasil.
Um outro aspecto desse “jogo sujo” da reta final das eleições são institutos de pesquisas que surgem do nada apresentando números completamente diferentes das sondagens tradicionais do Acre. Nunca fizeram pesquisas por aqui mas estão nas manchetes com resultados evidentemente manipulados pra influenciarem a decisão soberana dos eleitores.
Conclusão: política no Acre definitivamente não é para amadores.




