A Polícia Militar apreendeu aproximadamente quatro quilos de uma substância com características de merla em um imóvel aparentemente abandonado na Travessa 10 de Junho, no bairro Casa Nova, em Rio Branco. No local, os policiais também encontraram balanças de precisão e materiais que podem ter sido utilizados no preparo e no acondicionamento de entorpecentes.
A ocorrência teve início após uma guarnição ser acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para averiguar uma denúncia de possível tráfico de drogas na região. Conforme as informações repassadas aos policiais, um homem conhecido pelo apelido de “Toninho” estaria utilizando o imóvel para armazenar entorpecentes.

A denúncia indicava que a residência, cercada por uma estrutura de madeira pintada de preto e situada em frente a uma casa verde, apresentava um forte odor característico de drogas.
Diante das informações, a equipe policial, com apoio de uma guarnição da ROTAM Charlie, deslocou-se até o endereço indicado para verificar a situação.
Durante as diligências, os militares realizaram patrulhamento a pé nas proximidades e perceberam um forte odor de merla vindo do interior do imóvel. A residência apresentava sinais de abandono e não havia pessoas no local.

Ao entrarem na casa, os policiais constataram que não havia móveis ou objetos que indicassem o uso do espaço como moradia. Durante a verificação dos cômodos, encontraram aproximadamente quatro quilos de uma substância semelhante à merla, aparentemente em processo de secagem.
Além da substância, foram apreendidas duas balanças de precisão, dois sacos plásticos contendo materiais que podem ser utilizados como insumos e diversos sacos plásticos possivelmente empregados no preparo e no acondicionamento de entorpecentes.

Todo o material foi recolhido e encaminhado à Polícia Civil, responsável pelos procedimentos investigativos e pela análise da substância apreendida.
Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas à ocorrência. A possível participação do homem conhecido como “Toninho” deverá ser investigada pelas autoridades competentes.





