De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, com base nos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Acre reduziu em -22% a área desmatada em 2026, em relação ao ano anterior. O estado saiu de 324 km² para 252 km².
Na Amazônia, o valor de 5.731 km² é a taxa consolidada pelo INPE para o período de agosto de 2024 a julho de 2025. O menor valor anterior da série havia sido registrado em 2012, com 4.571 km².
As maiores áreas desmatadas foram registradas no Pará, com 1.130 km²; em Mato Grosso, com 849 km²; e no Amazonas, com 525 km².
Amapá e Tocantins tiveram as maiores reduções no desmatamento. Foram −52,9% e -73,3%, respectivamente.
Fiscalização ambiental
Entre 2023 e 2026, o Ibama realizou no país 76.095 ações de fiscalização e lavrou 25.101 autos de infração contra a flora, com R$ 11,8 bilhões em multas. No mesmo período, embargou 18.630 km², lavrou 15.306 termos de apreensão, com valor de R$ 2,6 bilhões, e 4.088 termos de destruição, com valor de R$ 1,26 bilhão.
Entre 2023 e 2026, o ICMBio lavrou 11,9 mil autos de infração em unidades de conservação federais, com R$ 2,4 bilhões em multas, e mais de 5 mil termos de embargo, que somam mais de 5 mil km² de área embargada.
O projeto Fortalecimento da Fiscalização Ambiental para o Controle do Desmatamento Ilegal na Amazônia (FortFisc), do Ibama, foi aprovado pelo Fundo Amazônia com R$ 825,7 milhões. O apoio se destina a fiscalização remota, sistemas, equipamentos, meios aéreos e gestão. Em setembro de 2025, o Ibama nomeou 460 novos servidores, 330 deles analistas ambientais.





