Rio Branco, AC, 15 de julho de 2026 18:07
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Sinteac convoca servidores da rede estadual para manifestação em frente ao Palácio Rio Branco na próxima sexta-feira

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) convocou os servidores da rede estadual de ensino para uma manifestação na próxima sexta-feira,17, às 8h, em frente ao Palácio Rio Branco, na capital. O ato tem como principal pauta a reivindicação pelo retorno dos 10% retirados da estrutura da tabela salarial da categoria.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que a categoria luta há mais de três anos pela recomposição da tabela salarial e criticou o Governo do Estado por, segundo ela, ainda não ter atendido à reivindicação dos trabalhadores da educação.

“Estamos na luta há mais de três anos pelo retorno da nossa estrutura de tabela, que o senhor Gladson Cameli nos roubou, retirando nossos 10% e achatando nossos vencimentos. Isso trouxe prejuízos para a renda dos trabalhadores e nós não podemos aceitar. Ficou previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias que, havendo recursos, haveria o retorno da nossa estrutura de tabela”, declarou a sindicalista.

Rosana também afirmou que outras categorias do serviço público tiveram demandas atendidas, enquanto a educação continua aguardando uma resposta do governo.

“O governo tem feito reformulações de planos de cargos e carreiras de outras categorias e atendido diversas reivindicações. E a educação? Cadê a justiça para a educação? A justificativa da Lei de Responsabilidade Fiscal só tem servido para a educação. Não podemos aceitar que essa injustiça continue”, afirmou.

Ao final do pronunciamento, a presidente reforçou o convite para que os servidores participem da mobilização.

“Portanto, dia 17, às 8 horas, todo mundo em frente ao Palácio Rio Branco. Chega de tanto descaso com a educação. Queremos ser tratados com a mesma igualdade dada às demais categorias. A educação foi a mais prejudicada e não vamos aceitar essa situação. Vamos cobrar da governadora que faça justiça também com a educação”, concluiu Rosana Nascimento.