Ano eleitoral. E a cavalgada 2026 virou palanque político. De um lado, Mailza Assis, Gladson e Marcio Bittar, a chapa governista; do outro, Bocalom, com seu vice Sargento Adônis, e Eduardo Velloso, acompanhados do prefeito Alysson Bestene, foram o centro das atenções do público e da imprensa durante o evento. O detalhe é que todos eles, embora em lado partidários opostos, pregam a pujança do agro.
Ao Notícias da Hora, a governadora Mailza disse que a cavalgada é uma oportunidade para mostrar a força da pecuária do Acre, como acontece há 43 anos.

A governadora participou do evento primeiro em um cavalo, depois, até o parque de exposições Wildy Viana, em um quadriciclo.
“Grande expectativa. É uma oportunidade de mostrar todos os anos a força do nosso estado, fazer negócios e também de fazer feliz a nossa população”, declarou.

Tietado pelo público, Gladson reforçou que a cavalgada é um momento para mostrar o Acre para o Brasil e o mundo.
“É uma oportunidade de o Acre expor para o mundo tudo aquilo que produz, tudo aquilo que temos para mostrar que o Acre tem capacidade para ser um estado empreendedor.”

Para Bocalom, a Cavalgada funciona como uma vitrine da produção rural e representa a força de um segmento que, segundo ele, precisa ser incentivado por meio de políticas públicas capazes de garantir condições para que produtores e trabalhadores do campo possam continuar produzindo.
“É muito importante. Esse é um evento que é a nossa vitrine, a vitrine do agronegócio acreano. Eu estou muito feliz como defensor do nosso agronegócio”, afirmou.

Marcio Bittar aproveitou para cutucar seus opositores. Disse que a feira agropecuária é uma demonstração prática de que o Acre não aprova a “florestania” do PT.
A cavalgada também contou com as presenças dos vereadores Joabe Lira (UB), Felipe Tchê e Bruno Moraes, ambos do PP; e Fábio Rueda(UB), pré-candidato a deputado federal; Tiago Mourão (PT), pré-candidato a deputado estadual.








