O candidato do Democracia Cristã ao Senado, Júnior Feitosa, defendeu a ideia, durante o Papo Informal desta quinta-feira (6), apresentado pelo jornalista Luciano Tavares, de que o povo evangélico tenha seu escolhido nas eleições deste ano. Ele pontou que o que não é permitido é a igreja, como instituição, ter seus ‘eleitos’.
“Na verdade, a igreja já tem um candidato que é Jesus. O candidato da igreja é Jesus. O pastor não quis dar o apoio institucional. Eu sou daqueles que os irmãos são livres. Eu respeito a posição dele e também daqueles líderes que têm. Nós temos que defender também aquilo que nós acreditamos. Nós somos cidadão, nós temos pautas e temos direitos e os nossos direitos estão sendo afetados. Quando os nossos direitos são afetados, a recomendação bíblica é que não nos conformemos com a situação e que a gente se manifeste. Agora, ficar omisso?”, questionou.
E reforçou: “nós enquanto cidadãos, pagadores de impostos, com capacidade ativa e passiva, nós temos candidato. Esse é um direito que nos assiste. A igreja CNPJ ela não tem projeto. Ela tem projeto de pregar o Evangelho”.
“Quer dizer que o pastor não pode ter um candidato? Ele é um cidadão. Existe leis produzidas que podem ferir o direito dele. Ele não pode se manifestar?”, ressaltou.
A respeito de ‘crente’ não votar em ‘crente’ ser pecado, Júnior Feitosa disparou: “Agora essa relação de pecado não tem nenhuma relação uma coisa com a outra”. Porém, defendeu: “temos que votar com quem defende as nossas pautas, com aquilo que acreditamos”.
Advogado, Júnior Feitosa é membro da Assembleia de Deus, ministério de Rio Branco.





