“Não foi manifestação estudantil. Foi uma tentativa de invasão promovida por militantes de esquerda disfarçados de estudantes.” A declaração do líder do Movimento de Direita do Acre (MDA), João Marcos Luz, acirrou ainda mais a repercussão da confusão registrada nesta segunda-feira, 13, em frente à Prefeitura de Rio Branco, durante o protesto contra o transporte coletivo da Capital.
Em nota pública, João Marcos saiu em defesa da Guarda Municipal e dos servidores que estavam no prédio no momento do confronto. Segundo ele, as imagens divulgadas nas redes sociais demonstram que houve uma tentativa de invasão ao patrimônio público e que a atuação da segurança evitou que a situação tomasse proporções ainda maiores.
O dirigente do MDA elevou o tom ao responsabilizar partidos e lideranças de esquerda pela mobilização. Para ele, o movimento teria sido politizado e utilizado como estratégia de enfrentamento ao poder público. “Os verdadeiros agressores não foram os servidores. Foram os militantes que promoveram o caos e tentaram transformar uma pauta legítima em um ato de violência”, afirmou.
João Marcos também aproveitou a repercussão do episódio para atribuir a crise do transporte coletivo aos antigos governos de esquerda. “O povo de Rio Branco sabe quem destruiu o sistema de transporte. Agora tentam explorar o sofrimento da população para fazer teatro político e criar factoides”, declarou.
Na nota, o líder do Movimento de Direita do Acre manifestou solidariedade aos trabalhadores da Prefeitura de Rio Branco, classificou como “premeditada” a ação dos manifestantes e afirmou que atos de invasão e vandalismo não podem ser tratados como manifestações pacíficas.
Encerrando o posicionamento, Luz afirmou que o diálogo deve ocorrer dentro da legalidade e fez um recado aos organizadores do protesto. “Quem quiser diálogo, que venha com propostas. Quem quiser bagunça, vai encontrar a lei e a firmeza do povo acreano”, concluiu o dirigente.





