O caseiro José Claudiomar Ferreira Bezerra, de 29 anos, foi morto no final da tarde deste sábado (24), nas proximidades do km 130 do Ramal Nova Olinda, em uma área de difícil acesso localizada na região limítrofe entre os municípios de Rio Branco e Sena Madureira, no Acre. O crime teria ocorrido após um desentendimento entre a vítima e o avô de sua companheira. A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer as circunstâncias do homicídio e a participação do suspeito.
De acordo com informações preliminares, ainda sob investigação, o conflito teria começado após um desentendimento envolvendo a companheira de José Claudiomar.
Relatos extraoficiais atribuídos a testemunhas indicam que o caseiro teria agredido a namorada, situação que teria levado o avô dela a ir até o local para tomar satisfações. Ainda conforme essas versões, durante a discussão, a vítima teria afirmado que agrediria a companheira e qualquer pessoa que tentasse interferir.
As informações, no entanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pela Polícia Civil. Os investigadores trabalham para esclarecer a sequência dos acontecimentos e determinar as circunstâncias em que o homicídio foi cometido.
Após o crime, o suspeito teria deixado o local. Populares acionaram a Polícia Militar, e uma equipe do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM) se deslocou até a região para dar apoio aos investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE), da Polícia Civil.
Devido às dificuldades de acesso ao ramal, as equipes policiais e os peritos precisaram se deslocar de Rio Branco até o local para realizar os procedimentos necessários. Também participaram da ocorrência profissionais do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) e agentes de necropsia do Instituto Médico Legal (IML).
Na área do crime, foram realizados o isolamento do local, a perícia criminal e o levantamento de vestígios que possam contribuir para a investigação. Após a conclusão dos procedimentos, o corpo foi removido e encaminhado ao IML de Rio Branco, onde será submetido a exame necroscópico.
O caso foi registrado e está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca esclarecer a dinâmica do crime, confirmar as informações sobre o desentendimento e identificar formalmente o responsável pela morte.





