Rio Branco, AC, 1 de outubro de 2026 22:10
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Fiel a Bocalom, Alysson prefere não adiantar apoio em um eventual segundo turno, mas deixa pistas sobre Mailza

O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, preferiu não antecipar seu apoio a Alan Rick (Republicanos) ou Mailza Assis (PP), em um eventual segundo turno, caso Tião Bocalom (PSDB), seu candidato, não esteja.

“Eu prefiro ainda não tomar essa decisão, não externar, porque acredito muito que o Bocalom vai estar no segundo turno. É o meu candidato. Já tenho externado isso. Acompanho o Bocalom ao longo dessa caminhada. Eu acredito muito que no dia 4 de outubro, a gente vai ter o Bocalom entre os candidatos”, explicou.

Questionado novamente pelo jornalista Luciano Tavares, caso Bocalom fique pelo caminho já no primeiro turno, Alysson deixou pistas de que poderá apoiar a governadora Mailza Assis, pela história dele construída dentro do Progressistas, mas advertiu que uma conversa com Bocalom após o primeiro turno poderá definir os rumos da sua decisão.

“Eu tenho uma história com o partido Progressistas, que sempre na minha tomada de decisões eu me baseio numa história muito transparente, sincera. Eu construí o partido, também ajudei. Me sinto pertencente dessa situação de que o Progressistas construiu durante os 8 anos do governador Gladson, no crescimento em todo o Estado. São mais de 16 prefeituras, são vários vereadores. Na Assembleia, são quatro deputados. É uma história. A história ela pesa porque aí está o coração. Eu prefiro não externar nesse momento, porque tem conversas, tem diálogo. E ouvir até mesmo se não acontecer, sentar com o nosso candidato, ouvir o sentimento do Bocalom e tomar a decisão mais adequada para o segundo turno. Dizer que eu acredito na eleição do Bocalom. Então, a princípio, prefiro eu acreditar que no domingo as urnas vão dar o Bocalom já ganhando no primeiro turno ou estando entre os candidatos que vão disputar o segundo turno”, ressaltou.

Sobre a eleição para deputado estadual, disse acreditar numa renovação de 40% na Assembleia. Ou seja, mais da metade dos deputados que disputam a reeleição, devem voltar em 2027.

“Creio eu que a Assembleia deve fazer uma renovação de 30% a 40%. Tem mantido uma base interessante dentro da Assembleia nos últimos anos que tem proporcionado a desenvolver boas políticas públicas para a governabilidade. Foi assim com o governador Gladson, está dando continuidade com a governadora Mailza e não vejo muitas mudanças. De 50%? Não creio. Mais de 50%, muito difícil. Acredito, que no máximo 40%”, pontuou.