Em discurso nesta terça-feira (27), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) destacou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo, dia 25.
“Celebro mais um feito histórico do presidente reeleito, pela quarta vez, Luiz Inácio Lula da Silva. A mobilização que o povo brasileiro construiu, saindo das caixinhas partidárias, saindo dos cercadinhos burocráticos e tomando conta da campanha e das ruas, abraçando uma causa que não era apenas reeleger uma liderança inconteste do mundo, mas era a defesa do estado democrático de direito, ameaçado nessa quadra eleitoral. De ter a coragem de enfrentar a Meta, os algoritmos e os institutos fraudulentos de pesquisas, enfrentar o boicote americano aqui dentro, com os infiltrados de dentro, e vencer de forma inconteste. Dizer que a diferença de mais de 4 milhões de votos não pode ser questionada. Aliás, só questionam àqueles que olham com o olho do Mapinguari. Quando fizeram a maioria no Senado, na Câmara Federal, estava tudo certo. É uma loucura. É preciso curar essa doença”, disse.
Edvaldo Magalhães disse ainda que “só golpista não tem coragem de dizer: ‘perdemos’. Quando a gente perde, a gente bota a viola no saco e fazer a viagem para Manacapuru e se preparar para a próxima”.
A respeito da reeleição da governadora Mailza Assis, o líder da oposição disse que seguirá na trincheira. “O nosso partido decidiu não apoiar nenhuma das candidaturas. Mas, eu quero parabenizar a governadora Mailza e a vice-governadora Jéssica Sales pelo belo resultado das eleições. E inconteste a vitória eleitoral da governadora. E, eu que farei oposição nesta Casa, porque assim decidiu o povo do Acre no primeiro turno, estou aqui torcendo muito para que ela tome as medidas necessárias, adote as medidas urgentes que o Acre estar a aguardar. É preciso cessar de uma vez por todas o sumidouro que nas diversas áreas foram detectados. Enfrentar a crise fiscal e pedir a ajuda de todo mundo no momento de graves e grandes dificuldades orçamentária e fiscal que o Acre tem a enfrentar”.





