Rio Branco, AC, 16 de outubro de 2026 09:09
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“É o oportunismo barato do Lula, do PT e da gente dele para tentar comprar uma eleição”, dispara Bittar sobre o fim da escala 6 por 1

O senador Marcio Bittar (PL) explicou os motivos que o levou a não votar na PEC do fim da escala 6 por 1, aprovada ontem, dia 14, pelo Senado Federal, em dois turnos. Ele pontuou que esse é um debate que deveria não ter sido contaminado pelas eleições. Para o senador, a iniciativa vai prejudicar as pequenas e médias empresas brasileiras, acertando em cheio o setor de Serviços.

“O que eu falei e vou repetir. É um assunto muito sério. Está na cara que o PT não está preocupado com os efeitos disso, de estudar, de escutar os pequenos empresários, que serão os atingidos. O maior empregador no Brasil não é a área rural, não são as fábricas. É o setor de Serviços e é esse que vai ser muito afetado. Milhões de brasileiros que tem um pequeno comércio e que serão afetados, que tem um, dois, três funcionários. Esse é um tema muito sério para ser discutido no segundo turno da eleição”, disse Marcio Bittar.

O senador do PL disse que Lula está prometendo coisas para 2027 na tentativa clara de ganhar a eleição apenas, sem levar em consideração estudos técnicos e financeiros a respeito de assuntos importantes como o perdão de dívidas dos microempreendedores, por exemplo. Para ele, é preciso saber o impacto da medida.

“Como eles estão anunciando agora que vão pagar a dívida do microempreendedor, que é só para o ano que vem. Quer dizer, o cara está anunciando uma coisa que nem pode anunciar, porque a lei eleitoral proíbe que ele crie programas na época da eleição. Está anunciando uma promessa que, em sendo eleito, pagará a dívida no ano que vem. Vai criar um programa de R$ 700 para a universidade. Veja bem. Se isso estivesse resolvendo o problema, o Brasil era uma potência. O Lula está falando que vai acabar com a fome há 20 anos. O tema da 6 por 1 para passar para a 5 por 2 é muito sério. Não deveria estar sendo votada assim no segundo turno da eleição com obvio viés eleitoral. Agora, quem não quer trabalhar menos e ganhar mais? Agora, esse é debate sério?”, questionou.