O deputado federal eleito Júnior Betão (PL/AC) aparece entre os 69 parlamentares eleitos que tem pendências com a Justiça. O levantamento foi feito pelo o UOL Notícias. No caso de Betão, ele foi condenado em primeira instância por peculato no caso da Operação Sanguessuga.
Na época, Júnior Betão era deputado federal. O caso ficou conhecido como a máfia das ambulâncias, que envolvia emendas parlamentares destinadas a convênios com o Ministério da Saúde. O caso aconteceu entre 2003 e 2006. Atualmente, a situação do parlamentar eleito tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
Mesmo condenado em primeira instância, Júnior Betão pôde ser candidato. A Lei da Ficha Limpa e a Lei das Inelegibilidades não consideram inelegíveis candidatos com condenação em primeira instância, apenas por colegiado, como é o caso do ex-governador Gladson Camelí, que foi condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).





